Após desistir de bariátrica, mulher emagrece 60 kg com alimentação e exercícios

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Gentileza de Claudia Cattani

Quem vê a Cláudia Cattani, de 36 anos, despretensiosa escolhendo roupas em uma loja qualquer mal imagina a vitória que esse simples ato significa para ela. Hoje estudante de nutrição, a gaúcha é um exemplo de perseverança.

Ela já chegou a pesar 130 kg e conseguiu emagrecer 60 kg sem cirurgia de redução do estômago, somente à base da mudança alimentar e da inclusão de atividades física na rotina.

“No início, quando ainda estava na fila da bariátrica, achava que não era possível emagrecer somente com alimentação e exercícios, inclusive ficava muito ofendida quando alguém sugeria que eu tentasse mais uma vez”, revela.

Motivação para emagrecer

Carla contou com exclusividade ao VIX que desde criança trava batalhas contra a balança. Aos 11 anos, a estudante diz que chegou a pesar 80 kg. Aos 15, começou uma dieta que restringia o consumo de qualquer carboidrato.

Como resultado, ela conseguiu emagrecer 30 kg em apenas 3 meses, mas teve graves consequências, como desmaios frequentes e falta de energia para realizar atividades simples.

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Gentileza de Claudia Cattani

O problema se agravou após as gestações, período em que foi proibida de seguir com as dietas super-restritivas devido aos riscos à saúde. Ao final da terceira e última gestação, ela já estava pesando 130 kg.

Na época, Cláudia não sabia, mas sofria de compulsão alimentar, quando a pessoa ingere grandes quantidades de alimento e não consegue parara de comer após saciar a fome. “Eu me sentia refém da comida, não conseguia me controlar, só via prazer em comer”, afirma.

O peso extra começou a prejudicá-la não só na autoestima, mas também na realização de pequenas atividades do dia a dia.“Estava farta de tantas humilhações, de não conseguir mais nem amarrar os próprios calçados, de evitar as cadeiras de plástico , de não encontrar mais roupas que me servissem”, comenta.

Demora a fez desistir de redução do estômago

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Gentileza de Claudia Cattani

Sem esperanças de que poderia emagrecer sem intervenção médica, ela entrou na fila de espera para realizar uma cirurgia bariátrica. Um ano depois, o convênio médico ainda não tinha autorizado o procedimento e a sua qualidade de vida só piorava.

“Foi então que percebi que eu não poderia mais esperar por esse recurso cirúrgico. Eu precisava lutar com os recursos que eu tinha na mão. E foi aí que dei inicio à minha luta”, relembra.

Mudança de alimentos + horário fixo para comer

Com o auxílio de uma psicóloga e uma nutricionista que estavam à disposição dos pacientes que aguardavam por uma bariátrica, Cláudia começou a adotar pequenos hábitos alimentares capazes de causar grande transformação.

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kizilkayaphotos/iStock

A primeira coisa estipulada pela nutricionista foi que Claudia se alimentasse em horários certos. A gaúcha tinha tanto medo de engordar que pulava refeições e forçava o corpo a jejuar por longas horas. O resultado era muito pior porque, no ápice da fome, ela não conseguia se controlar e acabava comendo muito mais – e de forma pior.

“Devido à compulsão, eu tive que deixar de lado o pão branco, frituras, doces, refrigerante (era viciada, ingeria mais de 2 litros por dia) e tudo o que poderia ativar a compulsão”, revela.

Hoje, por escolha, ela eliminou o refrigerante da dieta e se permite comer um doce de vez em quando. “Aos poucos fui reintroduzindo em casa, sempre sendo exceção e com moderação para ver como me comportava”, completa.

Caminhadas de 2 horas

Começar a se exercitar foi algo muito difícil, segundo Cattani. Ela conta que não gostava de academia logo no início porque não se sentia motivava e também porque sentia vergonha do corpo. Por isso, começou com caminhadas na companhia da filha caçula.

carrinho bebe triciclo 0816 578x1216
julief514/istock

“Como não tinha com quem deixar a minha filha de 1 ano na época, eu a levava comigo. Eu a colocava no carrinho e, juntas, fazíamos duas horas diárias de caminhada”, relembra a estudante.

Conforme os resultados foram aparecendo, ela se animou para se matricular na academia e hoje diz frequentar o espaço 5 vezes na semana. Além de musculação, ela também faz exercícios aeróbicos e pilates para minimizar os efeitos das sequelas na coluna, consequência da obesidade.

Como emagrecer com saúde:

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Gentileza de Claudia Cattani

Quem vê a Cláudia Cattani, de 36 anos, despretensiosa escolhendo roupas em uma loja qualquer mal imagina a vitória que esse simples ato significa para ela. Hoje estudante de nutrição, a gaúcha é um exemplo de perseverança.

Ela já chegou a pesar 130 kg e conseguiu emagrecer 60 kg sem cirurgia de redução do estômago, somente à base da mudança alimentar e da inclusão de atividades física na rotina.

“No início, quando ainda estava na fila da bariátrica, achava que não era possível emagrecer somente com alimentação e exercícios, inclusive ficava muito ofendida quando alguém sugeria que eu tentasse mais uma vez”, revela.

Motivação para emagrecer

Carla contou com exclusividade ao VIX que desde criança trava batalhas contra a balança. Aos 11 anos, a estudante diz que chegou a pesar 80 kg. Aos 15, começou uma dieta que restringia o consumo de qualquer carboidrato.

Como resultado, ela conseguiu emagrecer 30 kg em apenas 3 meses, mas teve graves consequências, como desmaios frequentes e falta de energia para realizar atividades simples.

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Gentileza de Claudia Cattani

O problema se agravou após as gestações, período em que foi proibida de seguir com as dietas super-restritivas devido aos riscos à saúde. Ao final da terceira e última gestação, ela já estava pesando 130 kg.

Na época, Cláudia não sabia, mas sofria de compulsão alimentar, quando a pessoa ingere grandes quantidades de alimento e não consegue parara de comer após saciar a fome. “Eu me sentia refém da comida, não conseguia me controlar, só via prazer em comer”, afirma.

O peso extra começou a prejudicá-la não só na autoestima, mas também na realização de pequenas atividades do dia a dia.“Estava farta de tantas humilhações, de não conseguir mais nem amarrar os próprios calçados, de evitar as cadeiras de plástico , de não encontrar mais roupas que me servissem”, comenta.

Demora a fez desistir de redução do estômago

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Gentileza de Claudia Cattani

Sem esperanças de que poderia emagrecer sem intervenção médica, ela entrou na fila de espera para realizar uma cirurgia bariátrica. Um ano depois, o convênio médico ainda não tinha autorizado o procedimento e a sua qualidade de vida só piorava.

“Foi então que percebi que eu não poderia mais esperar por esse recurso cirúrgico. Eu precisava lutar com os recursos que eu tinha na mão. E foi aí que dei inicio à minha luta”, relembra.

Mudança de alimentos + horário fixo para comer

Com o auxílio de uma psicóloga e uma nutricionista que estavam à disposição dos pacientes que aguardavam por uma bariátrica, Cláudia começou a adotar pequenos hábitos alimentares capazes de causar grande transformação.

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kizilkayaphotos/iStock

A primeira coisa estipulada pela nutricionista foi que Claudia se alimentasse em horários certos. A gaúcha tinha tanto medo de engordar que pulava refeições e forçava o corpo a jejuar por longas horas. O resultado era muito pior porque, no ápice da fome, ela não conseguia se controlar e acabava comendo muito mais – e de forma pior.

“Devido à compulsão, eu tive que deixar de lado o pão branco, frituras, doces, refrigerante (era viciada, ingeria mais de 2 litros por dia) e tudo o que poderia ativar a compulsão”, revela.

Hoje, por escolha, ela eliminou o refrigerante da dieta e se permite comer um doce de vez em quando. “Aos poucos fui reintroduzindo em casa, sempre sendo exceção e com moderação para ver como me comportava”, completa.

Caminhadas de 2 horas

Começar a se exercitar foi algo muito difícil, segundo Cattani. Ela conta que não gostava de academia logo no início porque não se sentia motivava e também porque sentia vergonha do corpo. Por isso, começou com caminhadas na companhia da filha caçula.

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julief514/istock

“Como não tinha com quem deixar a minha filha de 1 ano na época, eu a levava comigo. Eu a colocava no carrinho e, juntas, fazíamos duas horas diárias de caminhada”, relembra a estudante.

Conforme os resultados foram aparecendo, ela se animou para se matricular na academia e hoje diz frequentar o espaço 5 vezes na semana. Além de musculação, ela também faz exercícios aeróbicos e pilates para minimizar os efeitos das sequelas na coluna, consequência da obesidade.

Como emagrecer com saúde:

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Fontes: Gadoo /a>
Author: Bruna Alencar

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