Fátima trabalhou MUITO, mas também curtiu um dos Carnavais mais tradicionais do Rio

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Desde 1961, o Rio de Janeiro abriga um dos símbolos carnavalescos mais tradicionais do Brasil: o Cacique de Ramos.

Neste ano, a jornalista Fátima Bernardes estreou sua participação no bloco levando seu namorado, o advogado recifense Túlio Gadelha, para conhecer a animação da folia carioca.

Fátima Bernardes e namorado em bloco: Cacique de Ramos

Um dos grandes redutos do samba carioca, o Cacique de Ramos desfila há 57 anos nos três dias de Carnaval (domingo, segunda e terça-feira) pelas ruas do Rio de Janeiro.

Sua história cruza com a da cultura brasileira e com a da Cidade: afinal, o “Cacique” foi fundado em 20 de janeiro, dia do padroeiro do Rio, São Sebastião.

Tradição no samba carioca

Sede: Rua Uranos 1326. Bairro: Olaria.RJ

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A importância do Cacique de Ramos, no bairro Olaria, Zona Norte do Rio, para a música brasileira é inegável: de lá, surgiu, por exemplo, o grupo Fundo de Quintal.

Zeca Pagodinho, que não esquece de homenagear o grupo na canção “Quem é ela?” (“Se eu vou na Mangueira, ela vai, se eu vou na Portela, ela está. Ela vai no Cacique de Ramos, ela vai no Estácio de Sá…”), também é fruto das rodas de samba do local.

Ao lado de Arlindo Cruz, Almir Guineto e Beto Sem Braço e outros partideiros, intérpretes e compositores, Zeca foi um dos que escreveram importantes capítulos da história do samba entre as décadas de 70 e 80, na quadra do Cacique.

Outros nomes de peso do samba ligados fortemente ao Cacique são Beth Carvalho, Mussum, Neguinho da Beija-Flor, Dudu Nobre e Jorge Aragão.

Valorização do samba

Até hoje, o Cacique de Ramos valoriza o samba e suas tradições. A comunidade promove feijoadas, rodas de samba, os desfiles de Carnaval, além de festas e homenagens a aqueles que cruzaram sua trajetória neste importante símbolo da cultura carioca e brasileira.

Histórias de Carnaval, patrimônios da cultura popular

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Desde 1961, o Rio de Janeiro abriga um dos símbolos carnavalescos mais tradicionais do Brasil: o Cacique de Ramos.

Neste ano, a jornalista Fátima Bernardes estreou sua participação no bloco levando seu namorado, o advogado recifense Túlio Gadelha, para conhecer a animação da folia carioca.

Fátima Bernardes e namorado em bloco: Cacique de Ramos

Um dos grandes redutos do samba carioca, o Cacique de Ramos desfila há 57 anos nos três dias de Carnaval (domingo, segunda e terça-feira) pelas ruas do Rio de Janeiro.

Sua história cruza com a da cultura brasileira e com a da Cidade: afinal, o “Cacique” foi fundado em 20 de janeiro, dia do padroeiro do Rio, São Sebastião.

Tradição no samba carioca

Sede: Rua Uranos 1326. Bairro: Olaria.RJ

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A importância do Cacique de Ramos, no bairro Olaria, Zona Norte do Rio, para a música brasileira é inegável: de lá, surgiu, por exemplo, o grupo Fundo de Quintal.

Zeca Pagodinho, que não esquece de homenagear o grupo na canção “Quem é ela?” (“Se eu vou na Mangueira, ela vai, se eu vou na Portela, ela está. Ela vai no Cacique de Ramos, ela vai no Estácio de Sá…”), também é fruto das rodas de samba do local.

Ao lado de Arlindo Cruz, Almir Guineto e Beto Sem Braço e outros partideiros, intérpretes e compositores, Zeca foi um dos que escreveram importantes capítulos da história do samba entre as décadas de 70 e 80, na quadra do Cacique.

Outros nomes de peso do samba ligados fortemente ao Cacique são Beth Carvalho, Mussum, Neguinho da Beija-Flor, Dudu Nobre e Jorge Aragão.

Valorização do samba

Até hoje, o Cacique de Ramos valoriza o samba e suas tradições. A comunidade promove feijoadas, rodas de samba, os desfiles de Carnaval, além de festas e homenagens a aqueles que cruzaram sua trajetória neste importante símbolo da cultura carioca e brasileira.

Histórias de Carnaval, patrimônios da cultura popular

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Fontes: Gadoo /a>
Author: Nathália Geraldo

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