PMDF e CBMDF: Mais um calote de Enrollemberg

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Para quem não se lembra, em 2014 o então candidato Rodrigo Rollemberg prometeu às categorias de policiais e bombeiros militares um novo Plano de Carreira, as promoções independentes de vagas e um novo código de ética assim que assumisse o governo, caso eleito

Passados três anos e meio de seu ineficiente governo, Rollemberg não só deixou de cumprir suas promessas como também, nesse ano eleitoral, se comprometeu a encaminhar o tão sonhado plano de carreira. Mais uma de tantas que jamais conseguiria cumprir.

Hoje foi o último dia previsto pela legislação para que ele pudesse ter colocado em prática sua promessa ou compromisso. Não o fez, de novo. No seio das tropas uma expectativa foi criada, principalmente porque os protagonistas dessa promessa eram dois velhos conhecidos da política do DF e próximos ao governador: O suplente de Distrital Roosevelt Vilella (PSB) e o ex-chefe da Casa Militar, Cláudio Ribas. Nem lé, nem qué!

Como grandes expectativas também podem gerar grandes frustrações, evidente que as casernas estão pegando fogo com o não encaminhamento da proposta. Oficiais da PM e do Corpo de Bombeiros, ligados ao governador Rodrigo Rollemberg, espalharam nas redes sociais o empenho do governo para a reestruturação salarial das respectivas instituições. A Casa Militar encaminhou para as corporações, a missão de avaliar tecnicamente as alterações propostas. Mas no final prevaleceu a indisposição do governo em dar aos policiais e bombeiros o que lhes era justo há mais de 8 anos.

As tropas ficaram e criaram expectativas por tempos melhores em torno da proposta. Foram inocentes de achar que poderiam viver esperanças de dias melhores, doravante, diante de um governo que passou 3 anos e meio enrolando não só os órgãos de segurança pública como também as demais categorias de servidores públicos que tocam essa máquina administrativa, todas com calotes.

Rollemberg é covarde, sempre foi e será até seu último dia de governo, pois sabe que herdará consigo a mesma sina de Agnelo Queiroz e se transformará apenas em mais um incompetente que pousou seu traseiro na poltrona confortável do Palácio do Buriti. Uma pena que classes tão grandes e poderosas como policiais e bombeiros ainda tenham caído nessa história. Era evidente que isso não aconteceria diante do cenário político onde 32 categorias exigiam tratamentos igualitários e também foram cozinhados pelo “governo do rumo certo”.

É, pelo visto o cenário político na PMDF está complicado. Infelizmente, até os mais otimistas estão preocupados de correrem o risco de não eleger um só representante. E mais, a co-irmã PCDF já está milhas e milhas à frente com seu parco efetivo e totalmente organizada. Hoje, dentro da corporação somente dois candidatos tem real potencial para alcançarem o pleito e isso se houver consenso na corporação: Guarda Jânio e Hermeto, ambos com trabalhos fora da corporação junto às comunidades. O resto vai correr atrás das migalhas partidárias e promessas de cargos. Óbvio que os cabos eleitorais farão os papéis que lhes cabem, mas sejamos sinceros, alguém acha que o potencial de votos de Jabá (1.114 votos-Distrital), Pato (3.697 votos-Distrital), Eliomar (598 votos-Precisaria de 10 mil% para Federal), Neviton (5.040 votos-Federal) atingirão a cifra de 1000% de votos? Deve ser brincadeira né? Ou fenômeno, se conseguirem.

Os “ispicialistas puliticus” de zaps costumam dizer que não existe a transferência de votos, ao contrário do que pensa o pré-candidato Ricardo Pato (PSC) do Pastor Agmar. Segundo ele, 11 mil votos de dois candidatos que não concorrerão nesse pleito estarão “voando” e ele pode pegar essa onda. A política nos ensinou até hoje que essa prática é quase impossível, mas quem discorda da possibilidade de “convencimento e direcionamento”? Mas com certeza, segundo a tropa, não seriam em direção a Ricardo Pato que poiou o federal Laerte Bessa em 2014 em detrimento de um candidato policial militar (Alberto Fraga-DEM/DF), diga-se de passagem, o terceiro em proporção mais votado no país.

Rollemberg comprou uma briga feia com aqueles que são considerados os maiores cabos eleitorais do país e elementos essenciais no contexto de segurança pública do DF, os policiais e bombeiros militares. Efetivos que são capazes de agregar, no mínimo, 100 mil votos. Fará muita diferença nos pleitos, com certeza e pelo ouvido nas tropas, serão muitos e milhares de cabos eleitorais contrários à reeleição de Rodrigo.

É esperar outubro…e que abram-se as urnas!!!!

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Fonte: Politicadistrital / blogdopoliglota / agenciabrasilia
Author: Poliglota

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