Sedestmidh publica edital de concurso para 314 vagas imediatas no DF; veja detalhes

Há vagas para nível médio e superior, na área de assistência social, além de cadastro reserva de 1,5 mil vagas.

A Secretaria de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal (Sedestmidh) publicou, nesta terça-feira (27), o edital do concurso público para preencher 314 vagas imediatas. Há, ainda, previsão de cadastro reserva com 1,5 mil candidatos.

A seleção será organizada pelo Instituto Brasil de Educação (Ibrae). O contrato foi assinado no último dia 21, e o edital, publicado seis dias depois – o prazo previsto era de até 30 dias, mas o governo pediu “pressa” ao instituto para evitar problemas com a transição de governo.

O concurso inclui 11 áreas para especialistas em assistência social (nível superior) e três para técnicos em assistência social (nível médio).

A íntegra das regras está no Diário Oficial do DF desta terça. Confira, abaixo, os principais pontos do edital:

  • Período de inscrição: 22 de dezembro a 24 de janeiro
  • Taxa: R$ 85 (nível médio) e R$ 115 (nível superior)
  • Vagas: 314 para contratação imediata, e 1,5 mil de cadastro reserva
  • Remuneração inicial: R$ 2,6 mil (nível médio) e R$ 3,6 mil (nível superior)
  • Carga horária: 30 horas semanais para ambos os níveis
  • Fases: prova objetiva (eliminatória e classificatória), avaliação psicológica (eliminatória) e sindicância de vida pregressa (eliminatória)
  • Local de prova: Brasília (DF)

Banca confirmada

O Ibrae foi escolhido como banca organizadora após uma seleção pública, avalizada pela Procuradoria-Geral do DF. Segundo a Sedesmidh, o processo chegou à análise jurídica em setembro, e não houve questionamento. Ao todo, sete institutos disputaram o edital.

O último concurso público para a assistência social do DF foi realizado em 2010. Em outubro deste ano, houve confusão na porta de um Centro de Referência em Assistência Social (Cras) – o sindicato da categoria disse que o caso era reflexo da carência de profissionais.

Fonte: G1

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